sexta-feira, 6 de setembro de 2013

A Bela Adormecida



Era uma vez, há muito tempo, um rei e uma rainha jovens, poderosos e ricos, mas pouco felizes, porque não tinham concretizado maior sonho deles: terem filhos.
— Se pudéssemos ter um filho! — suspirava o rei.
— E se Deus quisesse, que nascesse uma menina! —animava-se a rainha.
— E por que não gêmeos? — acrescentava o rei.
Mas os filhos não chegavam, e o casal real ficava cada vez mais triste. Não se alegravam nem com os bailes da corte, nem com as caçadas, nem com os gracejos dos bufões, e em todo o castelo reinava uma grande melancolia.
Mas, numa tarde de verão, a rainha foi banhar-se no riacho que passava no fundo do parque real. E, de repente, pulou para fora da água uma rãzinha.
— Majestade, não fique triste, o seu desejo se realizará logo: Antes que passe um ano a senhora dará à luz uma menina.
E a profecia da rã se concretizou, e meses depois a rainha deu a luz a uma linda menina.
O rei, que estava tão feliz, deu uma grande festa de batizado para a pequena princesa que se chamava Aurora.
Convidou uma multidão de súditos: parentes, amigos, nobres do reino e, como convidadas de honra, as treze fadas que viviam nos confins do reino. Mas, quando os mensageiros iam saindo com os convites, o camareiro-mor correu até o rei, preocupadíssimo.
— Majestade, as fadas são treze, e nós só temos doze pratos de ouro. O que faremos? A fada que tiver de comer no prato de prata, como os outros convidados, poderá se ofender. E uma fada ofendida…
O rei refletiu longamente e decidiu:
— Não convidaremos a décima terceira fada — disse, resoluto. — Talvez nem saiba que nasceu a nossa filha e que daremos uma festa. Assim, não teremos complicações.
Partiram somente doze mensageiros, com convites para doze fadas, conforme o rei resolvera.
No dia da festa, cada uma das fadas chegou perto do berço em que dormia a princesa Aurora e ofereceu à recém-nascida um presente maravilhoso.
— Será a mais bela moça do reino — disse a primeira fada, debruçando-se sobre o berço.
— E a de caráter mais justo — acrescentou a segunda.
— Terá riquezas a perder de vista — proclamou a terceira.
— Ninguém terá o coração mais caridoso que o seu — afirmou a quarta.
— A sua inteligência brilhará como um sol — comentou a quinta.
Onze fadas já tinham passado em frente ao berço e dado a pequena princesa um dom; faltava somente uma (entretida em tirar uma mancha do vestido, no qual um garçom desajeitado tinha virado uma taça de sorvete) quando chegou a décima terceira, aquela que não tinha sido convidada por falta de pratos de ouro.
Estava com a expressão muito sombria e ameaçadora, terrivelmente ofendida por ter sido excluída. Lançou um olhar maldoso para a princesa Aurora, que dormia tranqüila, e disse: — Aos quinze anos a princesa vai se ferir com o fuso de uma roca e morrerá.
E foi embora, deixando um silêncio desanimador e os pais desesperados.
Então aproximou-se a décima segunda fada, que devia ainda oferecer seu presente.
— Não posso cancelar a maldição que agora atingiu a princesa. Tenho poderes só para modificá-la um pouco. Por isso, Aurora não morrerá; dormirá por cem anos, até a chegada de um príncipe que a acordará com um beijo.
Passados os primeiros momentos de espanto e temor, o rei, decidiu tomar providências, mandou queimar todas as rocas do reino. E, daquele dia em diante, ninguém mais fiava, nem linho, nem algodão, nem lã. Ninguém além da torre do castelo.
Aurora crescia, e os presentes das fadas, apesar da maldição, estavam dando resultados. Era bonita, boa, gentil e caridosa, os súditos a adoravam.
No dia em que completou quinze anos, o rei e a rainha estavam ausentes, ocupados numa partida de caça. Talvez, quem sabe, em todo esse tempo tivessem até esquecido a profecia da fada malvada.
A princesa Aurora, porém, estava se aborrecendo por estar sozinha e começou a andar pelas salas do castelo. Chegando perto de um portãozinho de ferro que dava acesso à parte de cima de uma velha torre, abriu-o, subiu a longa escada e chegou, enfim, ao quartinho.
Ao lado da janela estava uma velhinha de cabelos brancos, fiando com o fuso uma meada de linho. A garota olhou, maravilhada. Nunca tinha visto um fuso.
— Bom dia, vovozinha.
— Bom dia a você, linda garota.
— O que está fazendo? Que instrumento é esse?
Sem levantar os olhos do seu trabalho, a velhinha respondeu com ar bonachão:
— Não está vendo? Estou fiando!
A princesa, fascinada, olhava o fuso que girava rapidamente entre os dedos da velhinha.
— Parece mesmo divertido esse estranho pedaço de madeira que gira assim rápido. Posso experimentá-lo também? Sem esperar resposta, pegou o fuso. E, naquele instante, cumpriu-se o feitiço. Aurora furou o dedo e sentiu um grande sono. Deu tempo apenas para deitar-se na cama que havia no aposento, e seus olhos se fecharam.
Na mesma hora, aquele sono estranho se difundiu por todo o palácio.
Adormeceram no trono o rei e a rainha, recém-chegados da partida de caça.
Adormeceram os cavalos na estrebaria, as galinhas no galinheiro, os cães no pátio e os pássaros no telhado.
Adormeceu o cozinheiro que assava a carne e o servente que lavava as louças; adormeceram os cavaleiros com as espadas na mão e as damas que enrolavam seus cabelos.
Também o fogo que ardia nos braseiros e nas lareiras parou de queimar, parou também o vento que assobiava na floresta. Nada e ninguém se mexia no palácio, mergulhado em profundo silêncio.
Em volta do castelo surgiu rapidamente uma extensa mata. Tão extensa que, após alguns anos, o castelo ficou oculto.
Nem os muros apareciam, nem a ponte levadiça, nem as torres, nem a bandeira hasteada que pendia na torre mais alta.
Nas aldeias vizinhas, passava de pai para filho a história da princesa Aurora, a bela adormecida que descansava, protegida pelo bosque cerrado. A princesa Aurora, a mais bela, a mais doce das princesas, injustamente castigada por um destino cruel.
Contos, fabulas e historinhas: A Bela Adormecida
Alguns cavalheiros, mais audaciosos, tentaram sem êxito chegar ao castelo. A grande barreira de mato e espinheiros, cerrada e impenetrável, parecia animada por vontade própria: os galhos avançavam para cima dos coitados que tentavam passar: seguravam-nos, arranhavam-nos até fazê-los sangrar, e fechavam as mínimas frestas.
Aqueles que tinham sorte conseguiam escapar, voltando em condições lastimáveis, machucados e sangrando. Outros, mais teimosos, sacrificavam a própria vida.
Um dia, chegou nas redondezas um jovem príncipe, bonito e corajoso. Soube pelo bisavô a história da bela adormecida que, desde muitos anos, tantos jovens a procuravam em vão alcançar.
— Quero tentar também — disse o príncipe aos habitantes de uma aldeia pouco distante do castelo.
Aconselharam-no a não ir. — Ninguém nunca conseguiu!
— Outros jovens, fortes e corajosos como você, falharam…
— Alguns morreram entre os espinheiros…
— Desista!
Muitos foram, os que tentarem desanimá-lo.
No dia em que o príncipe decidiu satisfazer a sua vontade se completavam justamente os cem anos da festa do batizado e das predições das fadas. Chegara, finalmente, o dia em que a bela adormecida poderia despertar.
Quando o príncipe se encaminhou para o castelo viu que, no lugar das árvores e galhos cheios de espinhos, se estendiam aos milhares, bem espessas, enormes carreiras de flores perfumadas. E mais, aquela mata de flores cheirosas se abriu diante dele, como para encorajá-lo a prosseguir; e voltou a se fechar logo, após sua passagem.
O príncipe chegou em frente ao castelo. A ponte elevadiça estava abaixada e dois guardas dormiam ao lado do portão, apoiados nas armas. No pátio havia um grande número de cães, alguns deitados no chão, outros encostados nos cantos; os cavalos que ocupavam as estrebarias dormiam em pé.
Nas grandes salas do castelo reinava um silêncio tão profundo que o príncipe ouvia sua própria respiração, um pouco ofegante, ressoando naquela quietude. A cada passo do príncipe se levantavam nuvens de poeira.
Salões, escadarias, corredores, cozinha… Por toda parte, o mesmo espetáculo: gente que dormia nas mais estranhas posições.
O príncipe perambulou por longo tempo no castelo. Enfim, achou o portãozinho de ferro que levava à torre, subiu a escada e chegou ao quartinho em que dormia A princesa Aurora.
A princesa estava tão bela, com os cabelos soltos, espalhados nos travesseiros, o rosto rosado e risonho. O príncipe ficou deslumbrado. Logo que se recobrou se inclinou e deu-lhe um beijo.
Imediatamente, Aurora despertou, olhou par ao príncipe e sorriu.
Todo o reino também despertara naquele instante.
Acordou também o cozinheiro que assava a carne; o servente, bocejando, continuou lavando as louças, enquanto as damas da corte voltavam a enrolar seus cabelos.
O fogo das lareiras e dos braseiros subiu alto pelas chaminés, e o vento fazia murmurar as folhas das árvores. A vida voltara ao normal. Logo, o rei e a rainha correram à procura da filha e, ao encontrá-la, chorando, agradeceram ao príncipe por tê-la despertado do longo sono de cem anos.
O príncipe, então, pediu a mão da linda princesa em casamento que, por sua vez, já estava apaixonada pelo seu valente salvador.
Eles, então, se casaram e viveram felizes para sempre!
Contos, fabulas e historinhas: A Bela Adormecida

A Batalha na Neve



Os coelhinhos gostam de ir ao jardim de infância,todo dia.Também com neve e gelo,pois movimentam-se e o frio então passa.

À noite nevou a de manhã tudo está coberto com uma grossa camada de neve.

Os coelhinhos correm para fora.De tanta alegria alguns fazem cambalhotas na neve.O que o Puque está querendo ?

Ele faz bolas de neve e as joga nos outros.Logo os outros jogam de volta e já começa a maior batalha de bolas de neve.

Todos se mexem!

"Pega "! - " Agarra "! -" Aih "! - " Espera só "! - " Assim "! escuta-se pela mata.

Bums ! Uma bola de neve acerta a cabeça de Pim." Huuu !

Ele começa a chorar.

"Não seja dengoso,Pim! " Alguém lhe bate amigavelmente nas costas." Em troca você pode me derrubar na neve ! "

Não é preciso repetir pois todos já estão participando da brincadeira outra vez.

HISTORIAS DE JOAOZINHO!!! SORRIR FAZ BEM! MUUUUITO BEM...



A professora pergunta para Joãozinho:
 
 - Qual será sua profissão Joãozinho?
 
 - Vou ser Engenheiro!
 

 - O que o Engenheiro faz?
 
 - Bebe cerveja, anda de moto e come a mulherada...
 
 - Joãozinho! Vá agora mesmo para diretoria!
 
 Depois de um bate-papo com a diretora Joãozinho vai para
 casa e sua mãe pergunta:
 
 - Porque chegou mais cedo meu filho?
 - Porque eu falei que vou ser Engenheiro.. .
 
- O que o Engenheiro faz?
 
 Bebe cerveja, anda de moto e come a mulherada...
 
 - Joãozinho! Vá para o quarto agora!
 
 Joãozinho fica de castigo, pensa, pensa e volta para falar

com a mãe.
 
 - Mãe... então vou ser Engenheiro Júnior!
 
 - O que o Engenheiro Júnior faz?
 
 - Toma guaraná, anda de bicicleta, e bate punheta
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  A professora pergunta aos seus alunos:

 Se existem 5 passarinhos num ramo e você atira e mata um,quantos sobram?
 
 Nenhum! - Responde Joãozinho - todos saem voando com o barulho do tiro..
 
 A professora fica surpresa com a resposta
 
 Não era essa a resposta que eu esperava, mas gosto do seu jeito de pensar.
 
 Eu posso fazer uma pergunta para a senhora? Pediu Joãozinho.
 Pode, Joãozinho.
 
 Existem 3 mulheres sentadas num banco tomando sorvete. Uma está lambendo,
 outra está chupando e a terceira está mordendo.
 Qual delas é a casada?
 
 A professora fica vermelha, mas responde, timidamente: A que está chupando.
 
 Não, a casada é a que tem a aliança no dedo, mas eu também gosto do seu
 jeito de pensar
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Ao entrar na sala de aula, a professora vê um pênis desenhado no quadro.
 No dia seguinte, o mesmo desenho, só que ainda maior.
 Ela torna a apagá-lo e não faz nenhum comentário.
 No outro dia, o desenho já ocupa quase o quadro inteiro e por baixo ela lê a
seguinte frase:
 
 'Quanto mais você esfrega, mais ele cresce!'

 
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 A professora pergunta ao Joãozinho:
 Quantos ovos uma galinha põe por dia?
 Não sei, professora.
 E com ironia ela diz: Apanhei-te.
 Ele também faz uma pergunta:
 Professora, quantas tetas tem uma porca?
 Não sei.
 Viu, você me pega pelos ovos, eu te pego pelas tetas!!!

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

O primeiro dia de aula de Matheus!




Ele estava ansioso, esperava por esse momento há muito tempo. Iria começar sua rotina escolar, conhecer nossas pessoas, fazer novos amigos, aprender muito e brincar bastante. Já estava com seus 4 aninhos, já se sentia um pouco atrasado e sempre perguntava a sua mãe quando enfim começaria a estudar, mas ela sempre dava alguma desculpa. “- Espere o tempo certo!” Enfim o tempo havia chegado, faltavam poucos minutos para ir à escola pela primeira vez.
A cada minuto que passava seu pequeno coração acelerava cada vez mais, não estava nervoso, estava feliz, muito feliz! Como seria sua classe? Como seriam seus amigos e professores? E enquanto estava perdido em seus pensamentos, sua mãe lhe perguntou: “- Filho você realmente quer ir a escola hoje? Se você não estiver preparado poderemos tentar no início do ano que vem.” Matheus deu um pulo e rapidamente  falou: “- Estou preparadíssimo e espero por esse momento há muito tempo, ir a escola é o que sempre quis!”  Então sua mãe falou: “- Mas filho, estava pensando que seria melhor deixarmos para o próximo ano!”  Matheus não acreditava no que ouvia, já estava todo arrumado, fardado, materiais escolares comprados e por que deixar para o próximo ano? “- Não faça isso comigo mamãe, quero muito ir à escola, quero muito mesmo!” E com um tom triste a mãe fala: “- Tudo bem filho, esse dia tinha que chegar mesmo, não é?”
Então foram e ao chegarem à escola Matheus estava radiante de felicidade, foi a sua sala de aula, conheceu alguns colegas, conversou com a professora e a mãe ficou de longe a observá-lo, era notável a alegria do seu filho em seu primeiro dia de aula e ela sabia que ele ficaria bem, então foi ao seu encontro, se despediu e saiu. Seu coração ficou apertado, pequenino dentro do peito, seu pequeno garotinho estava crescendo e isso ela não poderia evitar. Tentou o quanto pôde adiar esse dia, mas sabia que um dia iria acontecer, e não imaginava o quanto ficaria perdida sem ter a companhia do seu pequeno Matheus todas as tardes. “-Não será fácil.” Ela falou.
E na verdade quem precisaria se adaptar a nova rotina era ela, pois o Matheus já estava mais do que adaptado na escola, entre os amigos e professores. Com o tempo ela se acostumaria, pois mãe fica feliz ao ver o filho feliz... E felicidade era o nome de Matheus naquele dia!

Moo, a vaca que não gostava de ser incomodada!

 
Moo viva em uma linda fazenda, era a fazenda do Seu Zeca. Sua vida, na maioria das vezes, era bem tranquila. Gostava de passear pelo campo, de conversar com os demais animais e deitar na grama debaixo de uma sombra de árvore.  Não tinha do que reclamar, a não ser quando os netinhos de Seu Zeca estavam por lá, pois eles não a deixavam em paz. Era o tempo todo atrás de seu leite e Moo não gostava de ser incomodada!
Os netinhos de Seu Zeca gostavam do leite da Moo, pois era bem quentinho e saboroso. E por isso, sempre que estavam por lá, corriam e pediam para o vovô tirar o leite da Moo, ela não podia descansar, pois a todo o momento Seu Zeca estava tirando seu leite e dando aos netinhos que queriam sempre mais!
Já estava muito irritada com tudo isso e resolveu fugir, pulou a cerca da fazenda e seguiu seu caminho, já estava anoitecendo, só iriam notar sua fuga pela manhã e quando percebesse sua falta ela já estaria longe, muito longe dali. Agora sim ela teria paz, não seria mais incomodada por daquelas crianças que pareciam nunca terem bebido leite antes.
Moo foi andando e ficava cada vez mais escuro, ela nunca tinha saído à noite e achava tudo muito estranho, os sons dos animais não eram os mesmo durante o dia, onde estavam os passarinhos?  Onde estava pisando? O frio estava grande, e pensou: “- Onde irei dormir?” Já estava arrependida de ter fugido, queria voltar para seu cantinho quentinho e seguro na fazenda, mas, para quê lado ela iria? Já estava perdida! Deitou onde estava e ficou a pensar na grande besteira que tinha feito, ela era feliz sem saber. Aquelas crianças queriam beber o seu leite porque era saboroso e ela só pensava em si mesma, em suas horas de descanso, em não ser incomodada! Estava perdida, no escuro, sem proteção e ali mesmo adormeceu.
No dia seguinte acordou com o sol e percebeu que não tinha andado muito e que conseguia ver a cerca da fazenda, correu de volta o mais rápido que pôde, pulou a cerca e voltou ao seu cantinho, estava feliz, pois pôde consertar a besteira que tinha feito. Em pouco tempo Seu Zeca chegou com seus netinhos para tirar seu leite, e pela primeira vez, sentiu uma alegria imensa em poder saciar a sede daquelas crianças com seu leite e daquele dia em diante nunca mais reclamou de nada, absolutamente nada!